Neste silêncio sou só eu
Os meus pensamentos
Vão e vêm inquietos
E eu fecho os olhos
E deixo-os livres
Na alvura dos lençóis
Desenham arabescos
Linhas embrulhadas
Divergem
Convergem
Submergem
Emergem
Náufragos de mim.
domingo, 15 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Voo
um dia nascem-me umas asas
(sei que mereço)
e vou voar
para aquela terra que lembro
e que sei que existe
onde os dedos nos escrevem
por dentro da alma
onde as lágrimas cortadas
pelo sol são arco-íris
e onde
o acessório nunca é o principal.
Aí, despedir-me-ei das palavras
e serei só luz.
(sei que mereço)
e vou voar
para aquela terra que lembro
e que sei que existe
onde os dedos nos escrevem
por dentro da alma
onde as lágrimas cortadas
pelo sol são arco-íris
e onde
o acessório nunca é o principal.
Aí, despedir-me-ei das palavras
e serei só luz.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
manifesto
deixo passar as correntes...
não vou em correntezas
foi jura há muito escolhida
de ninguém adopto as certezas
no que for a minha vida
a mim responderei
e as migalhas que me querem dar
lixo!
sou pouco
sou muito
sou apenas
eu sou
e vou
onde?
quando lá chegar saberei...
para já basta-me este aconchego
e a chuva lá fora.
Nada mais preciso.
não vou em correntezas
foi jura há muito escolhida
de ninguém adopto as certezas
no que for a minha vida
a mim responderei
e as migalhas que me querem dar
lixo!
sou pouco
sou muito
sou apenas
eu sou
e vou
onde?
quando lá chegar saberei...
para já basta-me este aconchego
e a chuva lá fora.
Nada mais preciso.
domingo, 1 de novembro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Amanhã
na leveza dos linhos me envolvo
na sua pureza me embalo
e nas palavras me enredo
e nas ideias me revolvo
e sou tudo aquilo que calo
na dormência
que me domina.
Amanhã...
na sua pureza me embalo
e nas palavras me enredo
e nas ideias me revolvo
e sou tudo aquilo que calo
na dormência
que me domina.
Amanhã...
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Imaginação
dos sons que me chegam
no escuro
não quero saber a fonte
prefiro imaginar
o limbo mais obscuro
onde tudo é perfeito
e o amor é puro.
no escuro
não quero saber a fonte
prefiro imaginar
o limbo mais obscuro
onde tudo é perfeito
e o amor é puro.
domingo, 25 de outubro de 2009
À deriva
nessas águas que por aqui passaram
mandei barcos de palavras
quem sabe onde aportarão
essas sílabas tontas...
Deixá-las ir!
mandei barcos de palavras
quem sabe onde aportarão
essas sílabas tontas...
Deixá-las ir!
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